Matar a aranha!

Em uma igreja, certo cristão consciente de suas fraquezas tinha o hábito de ora deste modo em público: “Senhor, retira de minha vida as teias de aranha!”. Ele repetia essa frase tão frequentemente que um dia outro cristão, cansado daquelas palavras, orou assim logo a seguir:”Senhor, eu te suplico, mata essa aranha que causa tantos estragos”!.

Esse tipo de oração é eficaz, pois é preferível atacar a causa de nossos problemas em vez das conseqüências. A verdadeira questão que se apresenta é: “porque eu agi, ou reagi, de tal maneira diante de meu cônjuge, meus filhos, meus amigos, meu pastor etc.”. Para Deus, os “porquês” das nossas ações são sempre mais importantes do que o “como”. O porquê de ser tímido, agressivo, ciumento etc. Há sempre uma razão, há sempre uma aranha que teceu sua teia.

 Para Reflexão: 

Como vimos, mais do que nos cansar procurando mudar o comportamento, devemos buscar a causa desse comportamento, devemos ir à fonte. Se eu reagi, é porque há sofrimento; e se há sofrimento, é porque fui ferido; e Deus deseja curar essa ferida.Confesso que todo o dia peço que Deus me perdoe e me cure, seria hipocrisia dizer já estou curado, mas penso que estou em processo, e através de Jesus com certeza o caminha fica mais livre.

Tenha Fé e creia que Deus quer lhe curar! 

.Que o Espírito Santo nos ajude !

Abs e até a próxima semana! 

Reynaldo Galeskas, é um dos mantenedores do Colégio Edificando, Diretor do Conselho de Pastores de São Paulo zona ( norte e centro)de São Paulo, e membro da Igreja Bíblica Aliança

Dica da Semana é uma edição semanal, interdenominacional,com o propósito de compartilhar  Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial, indique a Dica da Semana para um amigo através do e-mail galeskas@uol.com.br  

Ou  acesse  o blog: https://adicadasemana.wordpress.com e faça seu comentário.

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Funcional ou Pessoal?

Por Jacques Poujol

 

Ter uma relação funcional com alguém é dirigir-lhe a palavra em razão da função que ele exerce. Pedimos pão ao padeiro, uma informação a um policial etc. Essa relação é pobre, porque esperamos determinado serviço do outro e não no interessamos pela pessoa ou pela vida dele, por aquilo que lhe diz respeito, por suas alegrias, por suas dores etc.

 

Ter um a relação pessoal com alguém significa falar com a pessoa não por causa de sua função, mas por ela mesma; significa interessar-se pela vida e pelos problemas dela, e esperar também receber de sua vida interior, da riqueza de sua pessoa. Esse relacionamento é enriquecedor porque é o encontro de duas pessoas, e não de uma pessoa e de uma função.

 

Para Reflexão:

Que tipo de relação nós temos com o Deus? Funcional ou pessoal? Dirigimos-nos a Ele não vendo nada além de sua função, apenas quando temos necessidades de sermos abençoados, curados, consolados, aconselhados, encorajados? Sim, essas são de fato as funções do Senhor, mas ele é, antes de tudo, um ser pessoal. E é no plano pessoal que Ele quer relacionar-se conosco. É através de Jesus nosso amigo.

Será que queremos conhecer os seus interesses (ele os possui), a sua personalidade? Se nos dirigimos a ele de coração aberto, como um amigo fala ao amigo já será um grande passo, sabe por quê? Você é livre em Jesus, é o acesso direto ao Pai e sem restrições e formalidades.

Que o Espírito Santo nos ajude!

Abs e até a próxima semana!

 

Reynaldo Galeskas, é um dos mantenedores do Colégio Edificando, Diretor

do Conselho de Pastores de São Paulo zona (norte e centro) de São Paulo, e membro da

Igreja Bíblica Aliança. 

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O que é convicção?

 

 

As convicções são crenças pessoais sobre as quais baseamos as ações importantes de nossa vida. São como trilhos que impedem que nos desviemos, sob a influencia de emoções, quando sobrevêm problemas ou quando o inimigo nos ataca. As convicções formam nossa personalidade, inspiram nossas ações. Devemos distinguir entre sentimentos e convicções: os sentimentos tem por base a emoção, as convicções apóiam-se na análise dos fatos.

Os sentimentos produzem opiniões ou preconceitos relacionados à simpatia ou à antipatia que esta ou aquela pessoa nos inspira. De inicio, os discípulos de Jesus os seguiram porque foram influenciados por um irmão, um primo, um amigo e somente depois porque o conheceram pessoalmente. É o Espírito Santo que nos convence, em seguida Ele nos motiva, e, então, nós passamos à ação.

Por exemplo: Deus me convence de que as pessoas de meu bairro precisam ouvir o evangelho, Ele me motiva e eu decido com meu pastor, projetar um filme evangelistico.

É fácil ver nossa dificuldade de testemunhar, ou de orar, ou de nos doar etc.; porque temos sido motivados apenas sentimentalmente e emocionalmente, por uma bela convenção, uma fita cassete ou de video, um livro, sem deixar tempo ao Espírito Santo de nos convencer. Isso explica porque é necessário (re) motivar continuamente certos cristãos. Por não terem recebido uma convicção intima, eles possuem apenas sentimentos ou opiniões.

 

Para reflexão:

Jerry White afirma que a estabilidade de nossa vida cristã depende muito da força e da certeza de nossas convicções.

Pergunte a si mesmo: Minhas ações ou reações são fruto da persuasão do Espírito Santo ou simples reação sentimental? De que se alimentam minhas ações? Eu preciso ser continuamente estimulado, (re) motivado?

E para lembrar, convicção errada gera motivação errada e ai  “não vira nada”!.

 

Que o Espírito Santo nos ajude !

Abs e até a próxima semana!

 

Reynaldo Galeskas, é um dos mantenedores do Colégio Edificando, Diretor

do Conselho de Pastores de São Paulo zona ( norte e centro)de São Paulo, e membro da

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A REFORMA

                            Charles H. Spurgeon ( 1834-1892 )

 

Uma reforma jamais será suficiente para a igreja; como um relógio cuco, é preciso sempre de novo dar-lhe corda e faze-lo andar; suas obras podem parar e ela já não funcionar como antes.

As doutrinas ousadas e áridas apresentadas por Lutero começaram a ser pouco a pouco modificadas, até que uma camada após a outra foi encobrindo totalmente a sólida verdade anterior, e sobre a camada superficial do solo cresceram verdejantes e floridos erros que pareciam formosos e belos, mas não tinham relação alguma com a verdade, a não ser como produtos de sua decadência. Então vieram homens destemidos que apresentaram a verdade novamente e disseram; “Retirem esse entulho; deixem a luz queimar essa beleza enganosa; não a queremos aqui; que reapareça a antiga verdade!’.

E assim aconteceu, mas a tendência da igreja é estar perpetuamente encobrindo sua simplicidade despojada, esquecendo que a verdade é mais bela quando permanece, sem adornos, na glória que Deus lhe deu.

E agora, em nosso tempo, queremos restaurar as verdades antigas nos seu lugar. As sutilezas e refinamentos do pregador devem ser postos de lado. Precisamos abandonar a notoriedade dos eruditos e toda tecnicidade letrada desenvolvida por homens que estudam teologia como um sistema, porém não experimentam seu poder em seus corações; e quando a velha e boa verdade for novamente pregada por homens cujos lábios são tocados por brasas vivas no altar, isso será instrumento na mão do Espírito Santo, anunciando um grande e completo reavivamento da religião no pais.

 

Para Reflexão:

Sinto muita dificuldade em escrever isto, não gostaria e nem quero causar divergências  doutrinarias ou opiniões, mas com tantos fatos ocorridos fico preocupado com o futuro, da igreja(lideres) sei que Deus é Soberano e está no controle, não cabe a mim resolver ou tentar mudar algo ( mesmo eu tendo os meus problemas, fico me policiando), mas gostaria que os irmãos  refletissem para a realidade do momento.

Temos muitos pontos em comum, acima de tudo o amor e a unidade é o que devem prevalecer. É duro ler isso, mas também é uma forma de testar-mos o nosso nível de maturidade.

 Abs e até a próxima semana!

 

 

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O ponto preto!

 Por Jacques Poujol

 

Faça a seguinte experiência: pegue uma folha de papel em branco e faça um ponto preto bem no meio dela. Mostre a folha a alguns amigos e pergunte a cada um deles: “O que você vê?”. Todos responderão: “Um ponto preto!”. Ninguém verá a folha branca!É assim que, por vezes, nós nos vemos, a nós mesmos, e nos fixamos em nossos pontos negros. Costumamos dizer que as rainhas de beleza, as “Misses Mundo”, são obcecadas por qualquer mínimo defeito corporal que ninguém nota, a não ser elas próprias, mas que estraga a sua alegria. Mesmo depois da conversão, algumas pessoas não conseguem aceitar nem amar sua aparência física, sua personalidade, seu sexo, a própria idade, a família ou o cônjuge, a vida profissional etc…

 

 

Para Reflexão:

 

A auto-estima, a aceitação de nós mesmos e o amor por nós mesmos não são resultados de nossos esforços, o eu psíquico, mas sim do fruto do Espírito Santo em nós. O amor por nós mesmos não vem do pensamento positivo, que põe o nosso, eu psíquico no trono de nossa vida e o cultiva e desenvolve com afirmações do tipo:”você é o que você diz que é. Torne-se a pessoa que você poderia ser” etc. A Bíblia não diz jamais “ pense positivamente”, mas sim: “ Pense verdadeiramente”- “ Que tudo o que é verdadeiro, justo, etc. seja objeto do vosso pensamento”.O que é verdadeiro e justo? É a Palavra de Deus, e a mensagem do evangelho é: tenha confiança e Fé que Jesus vive em você!.

 

Que o Espírito Santo nos ajude !

Abs e até a próxima semana!

 

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Nosso anseio por aceitação

 

Aquele que se esforça para atuar e fazer coisas para os outros ou para o mundo sem se aprofundar em seu autoconhecimento, sua liberdade, sua integridade e sua capacidade de amar nada terá para oferecer a outros.

Não comunicará nada mais além da contaminação de suas próprias obsessões, suas agressividades, sua ambições egoístas…seus preconceitos e idéias doutrinárias.

Thomas Merton

 

Para Reflexão:

Aqui, situa-se o centro da crítica de Merton ao nosso ativismo, a segunda maneira pela qual tentamos governar os outros ou amar impondo condições.

Acabamos fazendo coisas para os outros só para fazer, ou para nosso beneficio próprio. Essa espécie de ativismo coleciona medalhas de honra ao mérito. É motivada por culpa, pelo sentimento de estar em divída, pelo sentido de ter que merecer justiça ou favor, de Deus ou de outros.

Em última analise, o ativismo coloca nossos próprios desejos não realizados no centro de nossos esforços.

Não ajudará, portanto, outros de forma íntegra.

Henry Nouwen

Amados parece ser algo muito duro, mas para, pense e reflita!

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Ferido no Trabalho

Por Rick Warren

 

Uma vez que trabalhamos com pessoas, as chances que venham a nos ferir em várias ocasiões são grandes. Clientes irão tratar-nos mal. Concorrentes mentirão a nosso respeito. Sócios nos trairão e chefes não irão nos valorizar. Ás vezes somos feridos intencionalmente e outras sem querer. Mas pouco importa: a dor causada é a mesma! A reação natural ao ser ferido é ficar ressentido. Ressentimento é apego à dor. Em vez de deixá-la passar, nós a revivemos relembrando a ofensa vez após vez. Isso apenas intensifica a ofensa e, a cada lembrança, ela parece crescer e tornar-se mais injusta.  

A Bíblia afirma que ressentimento causa ruína pelos seguintes motivos: 

 

. É irracional. Abrigar ressentimento não muda o passado nem corrige o problema, mas nos leva a agir de maneira tola. “O ressentimento mata o insensato, e a inveja destrói o tolo” (Jó 5.2).  

 

. É inútil. Ressentimento fere mais a nós do que quem nos feriu. Sentimo-nos miseráveis enquanto ele sequer é afetado! “Você está apenas ferindo a si mesmo com sua ira…” (Jó 18.4). 

 

. É doentio. Médicos dizem que ressentimento não é saudável e pode literalmente nos envenenar.“Um homem morre em pleno vigor, quando se sentia bem e seguro… Já outro morre tendo a alma amargurada” (Jó 21.23-25). 

 

Se tudo isso for verdadeiro, então permanece uma pergunta importante: Como devemos lidar com a ofensa?

 

1. Revelando nossa dor. Admitir que estamos feridos a alguém em quem confiamos e falar com Deus sobre nossa dor. Não reprimir a dor, mas confessá-la! Se engolirmos a ira nosso estômago vai acusar. Costumo dizer:“Revelar sentimentos é o princípio da cura”.  

2. Liberando nosso ofensor. Deixá-lo ir e perdoá-lo para nossa própria paz de espírito. Enquanto não perdoarmos nosso ofensor, quer ele peça ou não, não deixaremos de sofrer. Lembremo-nos do quanto DEUS nos tem perdoado e confiemos Nele para acertar as coisas.  

3. Mudando o foco de nossa vida. Enquanto nos concentrarmos em alguém que odiamos estaremos permitindo que ele nos controle. Quando dizemos: “Ele me deixa furioso”, estamos admitindo que ele tem o controle de nossas emoções. Não resistamos ao ressentimento. É preciso substituí-lo por outro pensamento.

Lembre-se: Você pode ter apenas um pensamento de cada vez e você é responsável por ele!

Que o Espírito Santo nos ajude !

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